13/10/2021

A OAB Nacional teve os locais de prova do XXXIII Exame de Ordem Unificado (EOU) publicados. A divulgação ocorreu por meio da Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado. A prova será realizada no próximo domingo, dia 17 de outubro de 2021, das 13h às 18h.

Os examinandos poderão consultar seus locais de prova por meio dos links abaixo:

Confira aqui o edital com os locais de prova 

Consulta do local de realização da Prova Objetiva (1ª fase) 

A segunda fase do XXXIII Exame de Ordem consistente em uma peça prático-profissional que ocorrerá em 12 de dezembro de 2021.

Prova Objetiva – 1.ª fase: 17 de outubro de 2021

Prova prático-profissional – 2.ª fase: 12 de dezembro de 2021


OAB XXXIII

Status: locais de prova divulgados

Valor da inscrição: R$ 260

1ª fase: 17/10

2ª fase: 12/12


O Exame de Ordem pode ser prestado por bacharel em Direito – ainda que pendente a sua colação de grau -, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou dos dois últimos semestres.

Edital OAB – XXXIII Exame: 1ª fase

A primeira fase do Exame de Ordem consiste em uma prova objetiva com 80 questões de múltipla escolha. De acordo com o edital, além das disciplinas do currículo mínimo do curso de Direito, o Exame também exigirá outras sete disciplinas:

Direitos Humanos;

Código do Consumidor;

Estatuto da Criança e do Adolescente;

Direito Ambiental;

Direito Internacional;

Filosofia do Direito;

Estatuto da Advocacia e da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB .

Critérios para aprovação na 1ª fase

Para ser convocado para a 2ª fase do Exame de Ordem, o candidato deverá acertar pelo menos 40 questões (50% da prova).

Edital OAB – XXXIII Exame: 2ª fase

Enquanto a 1ª fase do Exame de Ordem busca avaliar todos os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso de Direito, em todas as disciplinas do currículo nacional mínimo, a 2.ª fase exige maior profundidade e especialização.

A chamada prova prático-profissional avalia a expressão escrita e as competências práticas dos futuros operadores do Direito nas áreas profissionais de sua escolha.

No ato da inscrição, o candidato deve escolher qual será a área de concentração de sua prova de 2ª fase. São disponibilizadas sete áreas:

Direito Administrativo;

Direito Constitucional;

Direito Civil;

Direito do Trabalho;

Direito Empresarial;

Direito Penal; e

Direito Tributário.

A prova prático-profissional

Esta prova é composta por duas partes: uma peça processual, no valor de 5 pontos e quatro questões discursivas (valendo 1,25 pontos cada). Para ser aprovado é necessário alcançar 60% de aproveitamento (6 pontos).

A 2ª fase também tem duração de 5 horas e, diferentemente da prova objetiva, permite consulta a legislação não comentada ou anotada.

A redação de peça profissional terá o valor máximo de 5,00 pontos e cada questão terá o valor máximo de 1,25 ponto.

A Nota na Prova Prático-Profissional será a soma das notas obtidas nas questões e na redação da peça profissional e será calculada na escala de 0,00 a 10,00 pontos.

Será considerado aprovado o examinando que obtiver NPPP igual ou superior a 6,00 pontos na prova prático-profissional, vedado o arredondamento.

O examinando receberá nota ZERO na redação da peça profissional ou na questão nos seguintes casos:

Propositura de peça inadequada para a solução do problema proposto, assim considerada aquela que não esteja exclusivamente em conformidade com a solução técnica indicada no padrão de resposta da prova,

Apresentação de resposta incoerente com situação proposta,

Ausência de texto.

A indicação correta da peça prática é verificada no nome dado à peça concomitantemente com o correto e completo fundamento legal usado para justificar tecnicamente a escolha feita.

O edital prevê uma lista de materiais permitidos, confira abaixo:

Legislação não comentada, não anotada e não comparada.

Códigos, inclusive os organizados que não possuam índices estruturando roteiros de peças processuais, remissão doutrinária, jurisprudência, informativos dos tribunais ou quaisquer comentários, anotações ou comparações.

Súmulas, Enunciados e Orientações Jurisprudenciais, inclusive organizados, desde que não estruturem roteiros de peças processuais.

Leis de Introdução dos Códigos.

Instruções Normativas.

Índices remissivos, em ordem alfabética ou temáticos, desde que não estruturem roteiros de peças processuais.

Exposição de Motivos.

Regimento Interno.

Resoluções dos Tribunais.

Simples utilização de marca texto, traço ou simples remissão a artigos ou a lei.

Separação de códigos por clipes.

Utilização de separadores de códigos fabricados por editoras ou outras instituições ligadas ao mercado gráfico, desde que com impressão que contenha simples remissão a ramos do Direito ou a leis.