09/04/2019

Concurso ainda não tem comissão nem banca.

No último dia 19, completou um ano que foi concedida a autorização para o Tribunal de Contas do Município de São Paulo abrir um novo concurso. Na época, o concurso teria 10 vagas para auxiliar de fiscalização e cargo para nível médio. A partir da autorização não houve mais avanços.

 

Ainda não há licitação para contratação da banca organizadora, nem a oficialização dos servidores para a formação da comissão organizadora.

 

Em nota, o TCM/SP, contou que: “o processo está em fase pré-editalícia, sem previsão de publicação”. Também foi dito que a autorização do concurso não expira no prazo de um ano, podendos os preparativos passar deste período.

 

Há possibilidade de o edital ser publicado ainda esse ano, mas para isso é preciso que sejam oficializados os servidores para formar a comissão e a banca organizadora. Até que a banca seja escolhida não há previsão para o edital.

 

Mudança na presidência do TCM/SP atrasou o concurso?

A comissão de organização do concurso chegou a ser escolhida em julho de 2018, contudo não houve a publicação pelo Diário Oficial, o que impediu que os trabalhos de organização do concurso se iniciassem. O TCM justificou a demora com a mudança da presidência.

 

Assim, os preparativos tiveram que começar novamente e, segundo o setor de RH, o edital sairia no decorrer deste ano. O concurso terá 10 vagas para auxiliar técnico de fiscalização na área de suporte administrativo, vaga para nível médio.

 

Os técnicos de fiscalização possuem uma carga horária de 40 horas semanais e o vencimento básico da função é de R$ 4.907,45. Após 6 meses, o servidor pode ganhar um incentivo à especialização e produtividade, em forma de gratificação, no valor de R$ 5.124,95, o que pode fazer a remuneração chegar a R$ 10.032,40.

 

Já são 13 anos desde o último concurso do TCM/SP para a área.

O concurso aconteceu em 2006. O edital possuía 23 vagas para a área de suporte  administrativo, com reserva de vagas para PCD. A banca organizadora foi o Instituto Cetro.

 

A avaliação se deu por meio de prova objetiva e redação, com caráter eliminatório e classificatório. A prova objetiva era composta por 60 questões divididas entre português, matemática, e noções de informática e conhecimentos específicos para o cargo. A redação foi sobre um tema geral.

 

Para aprovação, o candidato deveria ter nota mínima de 50 em cada prova e a pontuação total superior ou igual a 200. Somente as redações de quem passou na prova objetiva foram avaliadas.

 

Com informações do jornal Folha Dirigida.