Banca CEBRASPE: dicas para fazer as provas!

Banca CEBRASPE: dicas para fazer as provas!

Conhecer a banca organizadora do concurso é essencial. Por isso, hoje vou falar um pouco mais sobre o Cebraspe, antigo Cespe.

Atualizado em 14/01/2021 | Publicado em 16/05/2019

No blogpost de hoje, vou comentar sobre o CEBRASPE – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos, o antigo CESPE/UnB. Em síntese, esta é uma das bancas mais temidas por muitos concurseiros.

Desde 2013, funciona como Organização Social após mudar o modelo jurídico. Ao passo que, a banca realizou provas como a do Enem até 2016 e concursos como do MPU, PF, INSS, TRF1, ABIN e outros.

De onde vem a fama da banca?

O estilo certo e errado, adotado pela banca, a tornou conhecida como a “temida CESPE”. Nesse sentido, a forma de contagem de pontos é onde um erro anula um acerto. Ou seja, se você acertar metade da prova, a nota final é zero. Além do que, geralmente as provas possuem 120 questões.

Ademais, o CEBRASPE considera o método estratégico. Em outras palavras, o diretor-geral da banca afirma que o formato da prova evita os famosos chutes. Além do mais, o método por eliminação de alternativas, acaba selecionando os candidatos mais preparados para a ocupação dos cargos.

Como é a prova da banca CEBRASPE?

As provas nem sempre apresentam o modelo de certo e errado. Assim, as provas de múltipla escolha possuem questões analíticas, o que requer uma boa capacidade em interpretar dados, situações e gráficos. Além do mais, a interdisciplinaridade da prova é densa, com textos longos e as assertivas complexas.

Esta banca costuma mudar apenas uma palavra transformando a assertiva correta em falsa. Além disso, aplicam questões de jurisprudência e entendimento voltadas a doutrinas, comparando com questões que abordam a letra da lei.

Da mesma forma, não é costume da CEBRASPE dividir a prova por quantidade de questões por disciplinas. Assim, só se conhece essa divisão na hora da prova.

Dicas para fazer a prova da banca CEBRASPE

Agora é hora das dicas que você está buscando. Separamos em tópicos para facilitar a sua vida.

  • Refaça provas de concursos antigos para o cargo.
  • Na hora da prova, faça primeiro as questões que você possui certeza.
  • As questões de interpretação da Língua Portuguesa, basicamente, são de:
    • referência: ler e localizar ao que se refere no texto;
    • inferência: reescritos onde você diz se é certo ou errado a nova escrita;
    • reescrituras: resumindo, ampliando ou diminuindo o texto, identificar se a modificação está correta ou não.
  • A parte de gramática exige conhecimento razoável em sintaxe.
  • Provas de nível médio costumam cobrar a leitura seca da lei.
  • Para cargos de Juiz Federal ou jurídico, no geral, a doutrina é aprofundada em um nível bem alto.
  • Em concursos para o STF e STJ, é cobrado bastante jurisprudência. Isto posto, é comum encontrar transcrições das decisões.
  • Nas seleções mais gerais e de nível superior, como: tribunais, Banco Central e outros, a cobrança é alta. Então, priorize a boa e completa doutrina, com leis secas e normativos de jurisprudência.
  • Sobre Língua Estrangeira, as questões geralmente são de interpretação de texto e tradução de termos técnicos do cargo.
  • As exatas envolvem cálculos mais fáceis, em comparação com algumas outras bancas.
  • A respeito de Administração Geral e Pública, é necessário bom domínio na teoria e noções práticas de Administração Empresarial e Políticas Públicas.
  • Em Legislação é cobrada literalmente a lei e certas jurisprudências.
  • É necessário conhecimento profundo nos conceitos teóricos dos conteúdos.
  • O mínimo de linhas nas questões discursivas é de 60, e máximo de 90.

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